30 de Julho de 2009
28 de Julho de 2009
Entrevista.
Foi hoje publicada no Jornal O Povo Famalicense a minha primeira entrevista como candidato do Bloco de Esquerda à Assembleia Municipal de V. N. de Famalicão para as próximas Eleições Autárquicas.
Entrevista completa aqui.
Entrevista completa aqui.
27 de Julho de 2009
Oportunismo eleitoral.
"A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão vai transferir mais de 800 mil euros para um conjunto de 23 freguesias do concelho." Estas obras são responsabilidade das juntas de freguesia, é a elas que deve ser dado o mérito, principalmente àquelas que estiveram anos à espera deste apoio que só o obtêm agora (a ver vamos) porque as eleições se aproximam.
Dos outros 69 (A Igreja e as Eleições)
"Tal como as nebulosas relações entre empresas e governantes, também a promiscuidade entre os responsáveis das confissões religiosas e os partidos políticos deve rejeitar-se porque mina a credibilidade do sistema político e faz perigar a obrigação de isenção das instituições públicas."
25 de Julho de 2009
Autárquicas 2009 - Reunião de trabalho
24 de Julho de 2009
22 de Julho de 2009
21 de Julho de 2009
Sílvio Sousa
Na entrevista publicada hoje n' O Povo Famalicense, o candidato da CDU à Assembleia Municipal Sílvio Sousa esteve ao nível que já lhe conhecemos e traçou, em linhas gerais, o retrato daquilo que tem sido a Assembleia Municipal em V. N. de Famalicão ao longo dos últimos anos.
Acredito que será nestas eleições que as coisas irão mudar significativamente, com o fim das maiorias absolutas na gestão do município.
Acredito que será nestas eleições que as coisas irão mudar significativamente, com o fim das maiorias absolutas na gestão do município.
20 de Julho de 2009
19 de Julho de 2009
18 de Julho de 2009
Dos outros 68 (Comboios não são só linhas)
"O bairro de lata continua de pé, o que, além de prejudicar o acesso à estação (em horas de Ponta e, digamos, com um ligeiro atraso para apanhar o comboio, é tarefa impossível estacionar o carro e entrar em tempo útil na composição), é um péssimo cartão-de-visita de Famalicão, pois quem visita a cidade pela primeira vez, depara-se com um cenário degradante assim que sai do comboio."Bruno Simões (Avenida Central)
17 de Julho de 2009
Concordo plenamente.
A "alternância tão desejada por todos [os e as Oliveirenses] passa pelo Bloco de Esquerda." (Via BE Oliveira S. Maria)
O BE de Oliveira S. Maria assume-se claramente como candidato à vitória naquela freguesia, nas próximas Autárquicas. Pelo trabalho desenvolvido durante este mandato, Marcelo Oliveira bem merece essa conquista.
O BE de Oliveira S. Maria assume-se claramente como candidato à vitória naquela freguesia, nas próximas Autárquicas. Pelo trabalho desenvolvido durante este mandato, Marcelo Oliveira bem merece essa conquista.
16 de Julho de 2009
15 de Julho de 2009
Maus negócios.
Segundo o Correio da Manhã, "O Citigroup vai ganhar com a cedência de créditos fiscais e da segurança social , efectuada quando Manuela Ferreira Leite era ministra das Finanças do Governo PSD/CDS, quase 290 milhões de euros." É este o custo da maquilhagem do défice feito em 2003 por Manuela Ferreira Leite.
É também por causa destes exemplos que sou contra os negócios e parcerias com privados, de responsabilidades e competências das instituições públicas, como por exemplo o que a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão pretende fazer e que já aqui contestei.
É também por causa destes exemplos que sou contra os negócios e parcerias com privados, de responsabilidades e competências das instituições públicas, como por exemplo o que a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão pretende fazer e que já aqui contestei.
14 de Julho de 2009
Entrevista de Ana Marcelino.
Na entrevista publicada hoje no jornal O Povo Famalicense, a candidata do BE à Câmara Municipal de V. N. de Famalicão Ana Marcelino caracteriza de uma forma muito clara a postura e as posições do BE famalicense para as Eleições Autárquicas.
Parabéns, Ana!
Parabéns, Ana!
11 de Julho de 2009
Na apresentação da Candidatura em Sezures
Eduardo Silva lidera uma equipa que alia a experiência e capacidade dos mais velhos ao dinamismo dos mais jovens.
10 de Julho de 2009
Dos outros 67
"A verdade é que no sítio da Câmara de Famalicão, as palavras tecnologia, internet ou wireless não fazem parte da Visão Estratégica Central do Programa de Actuação do executivo de Armindo Costa para 2009."Bruno Simões (Avenida Central)
9 de Julho de 2009
8 de Julho de 2009
Para pensar 66
O orgulho e a vaidade, tornam-nos grandes,
Iludem-nos o espaço e o tempo,
Constroem palácios e templos,
Para os que se acham Reis e donos da perfeição!
Mas baixemos-nos só um pouco,
Para perceber que neste campo em que vivemos,
Encolhemos nessa situação.
Marlene
Iludem-nos o espaço e o tempo,
Constroem palácios e templos,
Para os que se acham Reis e donos da perfeição!
Mas baixemos-nos só um pouco,
Para perceber que neste campo em que vivemos,
Encolhemos nessa situação.
Marlene
7 de Julho de 2009
Não é verdade....
que "o concelho tem 49 freguesias e que “em todas elas a Câmara tem efectuado investimentos nas mais diversas áreas” em nome de “um concelho equilibrado e harmonioso”."
A freguesia de Sezures não recebeu investimentos nas mais diversas áreas, em quase nenhumas recebeu investimentos durante estes dois mandatos de Armindo Costa à frente da Câmara Municipal.
A freguesia de Sezures não recebeu investimentos nas mais diversas áreas, em quase nenhumas recebeu investimentos durante estes dois mandatos de Armindo Costa à frente da Câmara Municipal.
6 de Julho de 2009
Dos outros 66
"O PS está completamente desorientado. O PS está a estrebuchar e , qual vendedor de banha da cobra tenta a todo o custo vender algo, mesmo sabendo que o produto não presta."
José Maria Martins
José Maria Martins
5 de Julho de 2009
Discutir política
O dedo político lançou o desafio de se discutir política. Não será o que fazemos todos os dias, discutir política?
Hoje, por efeito da comunicação social e principalmente da televisão, a política que chega à grande maioria das pessoas centra-se em pormenores, em actos isolados. Muitas vezes as questões que realmente afectam a maioria das populações passam em rodapé sem que tenham o devido destaque.
Lamento discordar com dedo politico no que toca ao tema que sugeriu ao propor discutir política no seu blog. Não devemos confundir discussão com propaganda. José Sócrates é especialista em marketing político e sempre que é interpelado no Parlamento aproveita a ocasião para fazer anúncios de mais uns milhões para isto ou para aquilo, tentando desviar a atenção das televisões e consequentemente das populações, das questões incomodas que a oposição legitimamente lhe coloca. Discutir política não pode ser apenas discutir propostas avulsas que muitas vezes nem sequer se chegam a concretizar.
A discussão política deve ser consequente, deve poder mudar alguma coisa com a nossa própria contribuição, com as nossas ideias. Mas para que isso seja possível, é preciso que haja partidos que nos permitam participar nesse debate, numa discussão profunda e atempada dos mais diversos aspectos que uma governação deve ter em conta por afectarem a grande maioria das populações.
Isso mesmo foi o que o Bloco de Esquerda fez com extenso debate promovido aqui na Internet durante os últimos meses, subordinado ao tema "Políticas de Igualdade" e que permitiu que qualquer cidadão pudesse contribuir para a elaboração de um programa de governo.
É também isto que distingue o BE dos restantes partidos e é também por isto que cada vez mais me convenço de que estou no partido certo.
Discutir política não deve ser apenas concordar ou não com aquilo que a cúpula de um partido debita para as suas bases, mas principalmente quando os cidadãos podem directamente contribuir para as orientações de um partido ao seu mais alto nível.
Hoje, por efeito da comunicação social e principalmente da televisão, a política que chega à grande maioria das pessoas centra-se em pormenores, em actos isolados. Muitas vezes as questões que realmente afectam a maioria das populações passam em rodapé sem que tenham o devido destaque.
Lamento discordar com dedo politico no que toca ao tema que sugeriu ao propor discutir política no seu blog. Não devemos confundir discussão com propaganda. José Sócrates é especialista em marketing político e sempre que é interpelado no Parlamento aproveita a ocasião para fazer anúncios de mais uns milhões para isto ou para aquilo, tentando desviar a atenção das televisões e consequentemente das populações, das questões incomodas que a oposição legitimamente lhe coloca. Discutir política não pode ser apenas discutir propostas avulsas que muitas vezes nem sequer se chegam a concretizar.
A discussão política deve ser consequente, deve poder mudar alguma coisa com a nossa própria contribuição, com as nossas ideias. Mas para que isso seja possível, é preciso que haja partidos que nos permitam participar nesse debate, numa discussão profunda e atempada dos mais diversos aspectos que uma governação deve ter em conta por afectarem a grande maioria das populações.
Isso mesmo foi o que o Bloco de Esquerda fez com extenso debate promovido aqui na Internet durante os últimos meses, subordinado ao tema "Políticas de Igualdade" e que permitiu que qualquer cidadão pudesse contribuir para a elaboração de um programa de governo.
É também isto que distingue o BE dos restantes partidos e é também por isto que cada vez mais me convenço de que estou no partido certo.
Discutir política não deve ser apenas concordar ou não com aquilo que a cúpula de um partido debita para as suas bases, mas principalmente quando os cidadãos podem directamente contribuir para as orientações de um partido ao seu mais alto nível.
4 de Julho de 2009
Sócrates voltou a não dizer a verdade.
Segundo o Público,
"Ao contrário do que o primeiro-ministro afirmou quarta-feira, no debate do Estado da Nação, não há actualmente 200 mineiros a trabalhar nas Minas de Aljustrel."e mais grave ainda:
"Tal como anunciado na altura do acordo firmado com os accionistas da Martifer, está prevista a criação de mais postos de trabalho. Existe "o compromisso de atingir um total de 400 trabalhadores ao longo de quatro anos", avançou Carlos Martins, um dos rostos do negócio, ao PÚBLICO. No entanto, esse compromisso estava dependente da aprovação de um projecto, que espera o aval do Governo desde Abril."Francisco Louçã teve razões mais que suficientes para questionar o Governo.
Ainda Manuel Pinho
Depois do lamentável episódio do chifres que levou à demissão do ex-ministro Manuel Pinho, surgiram logo alguns a quererem fazer dele uma vítima. Até poderia ser se aquele gesto tivesse sido a sua única gaffe, mas Manuel Pinho foi, a seguir a Alberto João Jardim, o político que mais degradou a imagem da classe política portuguesa aquém e além fronteiras. Para além da imagem dos chifres, da papa maisena, a promoção internacional da mão-de-obra barata, da permanente propaganda, surge agora a ameaça a Bernardino Soares.
A imagem de desorientação manifestada por Manuel Pinho demonstra o estado a que chegou uma maioria absoluta em que muitos portugueses depositaram esperança, mas que acaba o mandato em desespero.
A imagem de desorientação manifestada por Manuel Pinho demonstra o estado a que chegou uma maioria absoluta em que muitos portugueses depositaram esperança, mas que acaba o mandato em desespero.
2 de Julho de 2009
As visitas aumentam.
1 de Julho de 2009
Maré Alta de 01/07/2009
Do adro ao altar.
Desde sempre que a Igreja e a política estiveram muito relacionadas, tendo havido tempos em que as duas se confundiam. Nos países ocidentais, a laicidade do Estado tem conseguido separar as duas actividades, mantendo sempre alguma ligação e alguma influência, nomeadamente da Igreja Católica como uma instituição com alguma influência a nível político.
Neste ano de eleições autárquicas, em que há uma maior aproximação dos políticos aos cidadãos eleitores, aumentam os sinais dessa cumplicidade entre o poder e os interesses de partidos políticos e a Igreja Católica, como religião dominante na nossa região. Não foi por medo acaso que a Câmara Municipal decidiu este ano procedeu ao arranjo de uma série de adros de igrejas em várias freguesias do nosso concelho. Mesmo não sendo responsabilidade directa da Câmara Municipal, Armindo Costa aproveita estas ocasiões para fazer propaganda à nossa custa, mesmo antes de se apresentar novamente como candidato. Esta tentativa de captar votos sob influência da religião, já vem de traz com os célebres passeios a Fátima pagos com verbas públicas mas que certamente rendem mais alguns votos a quem está no poder.
Mas não é só quem está no poder que se serve da influência da religiosa para atingir fins políticos. Recentemente o Partido Socialista apresentou como candidato à Assembleia Municipal de V. N. de Famalicão o padre Salvador Cabral. Naturalmente que enquanto cidadão, Salvador Cabral tem todo o direito de ser candidato àquilo que entender ou que o convidarem. Já como sacerdote de duas freguesias do concelho onde se candidata já levanta muitas dúvidas, principalmente em termos religiosos. Não foi por acaso que o Arcebispo de Braga se manifestou a propósito.
Mesmo salvaguardando o perfil e as eventuais capacidades e características de Salvador Cabral, esta escolha do PS famalicense revela o mesmo interesse eleitoralista numa tentativa de captar votos pela acção populista e como pároco. Neste aspecto, a coligação PSD/PP pela acção da Câmara Municipal e o PS usam os mesmos expedientes, num claro aproveitamento da fé das pessoas, principalmente das mais vulneráveis, para conseguir os seus intentos políticos.
Acredito e espero que Salvador Cabral possa trazer ao debate político que se aproxima uma contribuição efectiva de forma a enriquecer o esclarecimento das populações daquilo que ele e o partido que representa pretendem para o próximo mandato. Espero o mesmo dos restantes candidatos, naturalmente.
Felizmente, a grande maioria das pessoas já não se deixa influenciar dessa forma e conseguem facilmente distinguir aquilo que é política genuína e apoiada em projectos e pessoas vocacionados para resolver os problemas das populações e para o desenvolvimento e aquilo que é populismo e demagogia à custa da fé das populações.
Neste ano de eleições autárquicas, em que há uma maior aproximação dos políticos aos cidadãos eleitores, aumentam os sinais dessa cumplicidade entre o poder e os interesses de partidos políticos e a Igreja Católica, como religião dominante na nossa região. Não foi por medo acaso que a Câmara Municipal decidiu este ano procedeu ao arranjo de uma série de adros de igrejas em várias freguesias do nosso concelho. Mesmo não sendo responsabilidade directa da Câmara Municipal, Armindo Costa aproveita estas ocasiões para fazer propaganda à nossa custa, mesmo antes de se apresentar novamente como candidato. Esta tentativa de captar votos sob influência da religião, já vem de traz com os célebres passeios a Fátima pagos com verbas públicas mas que certamente rendem mais alguns votos a quem está no poder.
Mas não é só quem está no poder que se serve da influência da religiosa para atingir fins políticos. Recentemente o Partido Socialista apresentou como candidato à Assembleia Municipal de V. N. de Famalicão o padre Salvador Cabral. Naturalmente que enquanto cidadão, Salvador Cabral tem todo o direito de ser candidato àquilo que entender ou que o convidarem. Já como sacerdote de duas freguesias do concelho onde se candidata já levanta muitas dúvidas, principalmente em termos religiosos. Não foi por acaso que o Arcebispo de Braga se manifestou a propósito.
Mesmo salvaguardando o perfil e as eventuais capacidades e características de Salvador Cabral, esta escolha do PS famalicense revela o mesmo interesse eleitoralista numa tentativa de captar votos pela acção populista e como pároco. Neste aspecto, a coligação PSD/PP pela acção da Câmara Municipal e o PS usam os mesmos expedientes, num claro aproveitamento da fé das pessoas, principalmente das mais vulneráveis, para conseguir os seus intentos políticos.
Acredito e espero que Salvador Cabral possa trazer ao debate político que se aproxima uma contribuição efectiva de forma a enriquecer o esclarecimento das populações daquilo que ele e o partido que representa pretendem para o próximo mandato. Espero o mesmo dos restantes candidatos, naturalmente.
Felizmente, a grande maioria das pessoas já não se deixa influenciar dessa forma e conseguem facilmente distinguir aquilo que é política genuína e apoiada em projectos e pessoas vocacionados para resolver os problemas das populações e para o desenvolvimento e aquilo que é populismo e demagogia à custa da fé das populações.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 01/07/2009
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