Este mês de Março foi o mês com mais visitas neste blog, desde sempre. Muito obrigado pela preferência.
31 de Março de 2009
30 de Março de 2009
Dos outros 56
Paulo Gorjão no Delito de Opinião.Faz aquilo que eu digo, mas não faças aquilo que eu faço. As eleições europeias servem para criticar a oposição, mas -- credo, cruzes, canhoto! -- não podem servir para criticar o Governo. O Governo, como se sabe, está acima de qualquer crítica. Aliás, o Governo nada tem que ver com opções de política europeia. É preciso ter lata...
29 de Março de 2009
28 de Março de 2009
Actualização do blog
Já devem ter reparado que nas últimas semanas este blog tem tido uma actualização menos frequente. Para além da vida familiar e de um stress profissional fora de tempo, a principal razão prende-se com a intensa actividade partidária que tenho tido. Juntamente com @s restantes responsáveis pelo BE/Famalicão, temos estado profundamente empenhados na preparação das candidaturas às próximas eleições autárquicas.
Estou certo que este esforço irá proporcionar resultados muito positivos. A importância desses resultados vai muito para lá da satisfação pessoal ou até dos objectivos do Bloco de Esquerda, o concelho de V. N. de Famalicão ficará muito mais enriquecido democraticamente se o BE obtiver (como espero) uma representatividade nos órgãos autárquicos que possibilite mudar significativamente a sua governação e proporcionar um desenvolvimento equilibrado e efectivo.
Estou certo que este esforço irá proporcionar resultados muito positivos. A importância desses resultados vai muito para lá da satisfação pessoal ou até dos objectivos do Bloco de Esquerda, o concelho de V. N. de Famalicão ficará muito mais enriquecido democraticamente se o BE obtiver (como espero) uma representatividade nos órgãos autárquicos que possibilite mudar significativamente a sua governação e proporcionar um desenvolvimento equilibrado e efectivo.
26 de Março de 2009
Para pensar 61
"Não se deve julgar um homem pelas suas qualidades, mas sim pelo uso que faz delas."
(La Rochefoucauld)
(La Rochefoucauld)
24 de Março de 2009
23 de Março de 2009
Excesso de futebol
Decididamente o futebol faz parte da nossa vida, quer queiramos quer não. Eu gosto de futebol, gosto de ver, gosto de jogar (agora nem tanto).Mas começa a ser irritante ver que toda a sociedade começa a ficar asfixiada por este fenómeno. Quando se esperaria que este desporto fosse um saudável complemento da vida intensa que temos actualmente, assistimos agora a invasão daquilo que de pior tem o futebol. Desde colegas de trabalho ou amigos a zangarem-se por causa deste ou daquele árbitro que cometeu um erro, a vários jornais diários que exploram qualquer pormenor e que alguém compra, a telejornais em que mais de metade do tempo falam de futebol, desde os temos maiores ao pormenor de cada treino.
Basta! O país não é só futebol, há limites a tanta histeria.
Tal como a política, o futebol, a religião ou qualquer outro tema, quando em excesso torna-se altamente prejudicial.
20 de Março de 2009
Dos outros 55
O anúncio que a Antena 1 escolheu para se promover na RTP ultrapassa os limites do «mau gosto», constituindo-se como uma afronta ao direito de manifestação e uma clara violação do dever de imparcialidade daquela estação radiofónica.Pedro Morgado, Avenida Central
19 de Março de 2009
18 de Março de 2009
Maré Alta de 18/03/2009
A vila de Joane
Nos últimos tempos temos assistido a diversos episódios da polémica que envolve a alteração da feira de Joane. Curiosamente, este assunto ganha sempre alguma polémica em alturas de eleições sem que as entidades responsáveis, nomeadamente a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal sejam capazes de o resolver de uma vez por todas.
A partidarização deste assunto tem sido por demais evidente, ao ponto da Câmara Municipal ultrapassar todos os limites do bom senso ao ter a atitude politicamente vergonhosa de entregar ao seu candidato à Junta de Freguesia o contacto com os lojistas da antiga feira. Alem das implicações legais que esta situação possa implicar, este favorecimento vem realçar muitas outras situações de manifesto abuso dos cargos públicos para favorecimento dos partidos políticos quem tem caracterizado os mandatos da Coligação PSD/PP na Câmara Municipal.
O interesse que muitos joanenses manifestam por este assunto é natural e justifica-se pela ampla divulgação que tem tido na comunicação social, no entanto, a vila de Joane não tem apenas este problema, há muitas outras situações que preocupam os seus habitantes e que igualmente se arrastam no tempo sem que sejam resolvidas. Não falo apenas de caminhos ou passeios em mau estado, falo de estratégias de desenvolvimento a todos os níveis. Joane cresceu muitos de há alguns anos a esta parte, quer demográfica quer industrialmente. Os investimentos em infra-estruturas e equipamentos sociais por parte da Câmara Municipal em nada se equiparam com esse crescimento nem com as necessidades dos seus habitantes. Podemos mesmo dizer que Joane tem sido discriminada em relação às outras vilas do concelho, nomeadamente Ribeirão.
Por outro lado a Junta de Freguesia não tem sido capaz de reivindicar e atrair as soluções para a realização das naturais aspirações de todos os joanenses.
Neste contexto, torna-se urgente que em Joane surja na cena política uma nova geração de pessoas com capacidade de mudar o rumo da vila, sem os actuais vícios que condicionam o desenvolvimento desta terra com tamanha importância geográfica e social. Dessa nova geração de políticos espera-se que mobilizem todos os joanenses na elaboração de um objectivo comum suficientemente abrangente quer em termos sociais, económicos, desportivos ou ambientais.
Em Joane há gente capaz de fazer essa mudança, importa que sejam capazes de não se resignar com a actual situação e que avancem em novas opções políticas que melhor contribuam para melhorar o futuro e fazem com que todos se sintam bem a viver em Joane.
Além disso, Joane e todas as freguesias, merecem que os seus responsáveis sejam capazes de exercer os cargos para que foram democraticamente eleitos de forma equitativa uma vez que representam toda a população e não apenas aqueles que lhe confiaram o voto. Quem coloca os interesses dos seus partidos afrente dos interesses das populações e pior, das restantes instituições democráticas, não merece a confiança dos eleitores.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 18/03/2009
A partidarização deste assunto tem sido por demais evidente, ao ponto da Câmara Municipal ultrapassar todos os limites do bom senso ao ter a atitude politicamente vergonhosa de entregar ao seu candidato à Junta de Freguesia o contacto com os lojistas da antiga feira. Alem das implicações legais que esta situação possa implicar, este favorecimento vem realçar muitas outras situações de manifesto abuso dos cargos públicos para favorecimento dos partidos políticos quem tem caracterizado os mandatos da Coligação PSD/PP na Câmara Municipal.
O interesse que muitos joanenses manifestam por este assunto é natural e justifica-se pela ampla divulgação que tem tido na comunicação social, no entanto, a vila de Joane não tem apenas este problema, há muitas outras situações que preocupam os seus habitantes e que igualmente se arrastam no tempo sem que sejam resolvidas. Não falo apenas de caminhos ou passeios em mau estado, falo de estratégias de desenvolvimento a todos os níveis. Joane cresceu muitos de há alguns anos a esta parte, quer demográfica quer industrialmente. Os investimentos em infra-estruturas e equipamentos sociais por parte da Câmara Municipal em nada se equiparam com esse crescimento nem com as necessidades dos seus habitantes. Podemos mesmo dizer que Joane tem sido discriminada em relação às outras vilas do concelho, nomeadamente Ribeirão.
Por outro lado a Junta de Freguesia não tem sido capaz de reivindicar e atrair as soluções para a realização das naturais aspirações de todos os joanenses.
Neste contexto, torna-se urgente que em Joane surja na cena política uma nova geração de pessoas com capacidade de mudar o rumo da vila, sem os actuais vícios que condicionam o desenvolvimento desta terra com tamanha importância geográfica e social. Dessa nova geração de políticos espera-se que mobilizem todos os joanenses na elaboração de um objectivo comum suficientemente abrangente quer em termos sociais, económicos, desportivos ou ambientais.
Em Joane há gente capaz de fazer essa mudança, importa que sejam capazes de não se resignar com a actual situação e que avancem em novas opções políticas que melhor contribuam para melhorar o futuro e fazem com que todos se sintam bem a viver em Joane.
Além disso, Joane e todas as freguesias, merecem que os seus responsáveis sejam capazes de exercer os cargos para que foram democraticamente eleitos de forma equitativa uma vez que representam toda a população e não apenas aqueles que lhe confiaram o voto. Quem coloca os interesses dos seus partidos afrente dos interesses das populações e pior, das restantes instituições democráticas, não merece a confiança dos eleitores.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 18/03/2009
16 de Março de 2009
Dos outros 54
"Para um chefe de Estado é proibido dizer isso [não tinha nenhuma solução para os seus problemas] aos seus concidadãos e depois embarcar num carro alemão de alto luxo e cilindrada, acenando, apoquentado, aos que nada têm."
Mário Crespo no JN
14 de Março de 2009
Confraria do vento
O poeta Luís Serguilha participa na 24ª edição da revista de arte e literatura CONFRARIA.
13 de Março de 2009
11 de Março de 2009
10 de Março de 2009
Perante isto.
Portugueses têm o gás e a electricidade mais caros da UE
Lucro da GALP subiu 14% para 478 milhões de euros em 2008
"O Partido Socialista assaltou o Estado de uma forma nunca vista e usa os dinheiros públicos para comprar apoios e castigar quem ousa pôr em causa o grande líder".
Serviços mudam "Manuel " para "Manoel"
Lucro da GALP subiu 14% para 478 milhões de euros em 2008
"O Partido Socialista assaltou o Estado de uma forma nunca vista e usa os dinheiros públicos para comprar apoios e castigar quem ousa pôr em causa o grande líder".
Serviços mudam "Manuel " para "Manoel"
custa cada vez mais viver neste país. Pior, cada vez custa mais pertencer a um país onde isto e muito mais acontece sem que ninguém se insurja e se manifeste bem alto. Talvez por isso mesmo é que isto continua a acontecer neste cantinho da Europa.
8 de Março de 2009
5 de Março de 2009
A mania do elevador.
Já tinha pensado em aqui escrever sobre este assunto, mas ao ler isto, aqui vai:
Há tempos, o elevador do prédio onde vivo avariou de forma a que no rés-do-chão não se conseguia fazer o elevador subir ou descer, como tal, subia-se as escadas até ao 1º andar para aí entrar no elevador.
Desta forma, as pessoas eram obrigadas a subir pelo menos um andar de escadas, com todos os benefícios que isso representa para a saúde. Acreditem que quando o elevador foi reparado, mantive o hábito de ir pelas escadas.
Pensei que poderia ser bom adaptar todos os elevadores para funcionassem assim, sempre exigiria algum esforço físico.
4 de Março de 2009
Mará Alta de 04/03/2009
10 Anos de Bloco de Esquerda
No passado dia 28 de Fevereiro, o Bloco de Esquerda comemorou o seu décimo aniversário. Aquele movimento a quem muitos profetizaram um rápido fracasso, cresceu e afirma-se hoje como uma alternativa efectiva e aquém um número cada vez maior de portugueses continuam a confiar.
O BE tem-se mantido fiel aos seus ideais e manifesta uma coragem e determinação na defesa de um socialismo dinâmico, que se adapta às constantes alterações da sociedade, sem condicionalismos e sem muros ideológicos, sempre defendendo os interesses e necessidades da população no seu todo. Para além disso, o Bloco permite e estimula o saudável debate interno como forma de estimular a participação e a procura de novas opções para o futuro do partido, das autarquias e do país.
A mais recente prova da importância que o BE tem hoje em Portugal é a forma como PS lhe fez violentos ataques no seu recente congresso de “culto ao chefe”. Quando os 2 maiores partidos, se manifestam cada vez mais parecidos, cada vez mais iguais, só um partido com determinação, coragem e capacidade do Bloco de Esquerda poderá representar uma janela de esperança para todos aqueles que acreditam numa democracia que proporcione uma maior justiça social e que seja capaz de restituir a confiança nas instituições, tão fortemente instrumentalizadas pelos maiores partidos.
O crescimento verificado pelo Bloco de Esquerda durante esta década, é motivo de satisfação para tod@s quantos são seus militantes ou apenas simpatizantes. No entanto, representa também uma enorme responsabilidade, uma vez que todos os estudos e sondagens demonstram que nos próximos actos eleitorais o BE poderá ter um aumento significativo nas votações. Será de esperar que o BE venha a desempenhar cargos executivos, nomeadamente em Câmaras Municipais. Essa situação irá representar uma profunda alteração na desenvolvimento democrático, ao contribuir para a não existência de maiorias absolutas, normalmente geradoras de autoritarismos, abusos e um visão unilateral de desenvolvimento.
Para que isso seja possível, é necessário que @s candidat@s do Bloco sejam capazes de merecer a confiança da população, estando preparados e motivados para defender os interesses dessas mesmas populações, com a determinação, vontade e coragem que caracterizam o BE. Hoje já verificamos com naturalidade as candidaturas do BE em concelhos e freguesias tradicionalmente governadas pelos partidos da direita conservadora. Isso representa, por um lado a credibilidade do partido, mas também uma profunda vontade de mudança de muitas populações cansadas de uma alternância de interesses tão prejudicial a um desenvolvimento sustentável, equilibrado e plural que se espera de uma democracia minimamente evoluída.
O desafio é grande para @s bloquistas, mas é-o também para quem acredita que a sociedade pode deixar de ser dominada por interesses de alguns, para contar com a participação de todos quantos são capazes de a melhorar.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 04/03/2009.
O BE tem-se mantido fiel aos seus ideais e manifesta uma coragem e determinação na defesa de um socialismo dinâmico, que se adapta às constantes alterações da sociedade, sem condicionalismos e sem muros ideológicos, sempre defendendo os interesses e necessidades da população no seu todo. Para além disso, o Bloco permite e estimula o saudável debate interno como forma de estimular a participação e a procura de novas opções para o futuro do partido, das autarquias e do país.
A mais recente prova da importância que o BE tem hoje em Portugal é a forma como PS lhe fez violentos ataques no seu recente congresso de “culto ao chefe”. Quando os 2 maiores partidos, se manifestam cada vez mais parecidos, cada vez mais iguais, só um partido com determinação, coragem e capacidade do Bloco de Esquerda poderá representar uma janela de esperança para todos aqueles que acreditam numa democracia que proporcione uma maior justiça social e que seja capaz de restituir a confiança nas instituições, tão fortemente instrumentalizadas pelos maiores partidos.
O crescimento verificado pelo Bloco de Esquerda durante esta década, é motivo de satisfação para tod@s quantos são seus militantes ou apenas simpatizantes. No entanto, representa também uma enorme responsabilidade, uma vez que todos os estudos e sondagens demonstram que nos próximos actos eleitorais o BE poderá ter um aumento significativo nas votações. Será de esperar que o BE venha a desempenhar cargos executivos, nomeadamente em Câmaras Municipais. Essa situação irá representar uma profunda alteração na desenvolvimento democrático, ao contribuir para a não existência de maiorias absolutas, normalmente geradoras de autoritarismos, abusos e um visão unilateral de desenvolvimento.
Para que isso seja possível, é necessário que @s candidat@s do Bloco sejam capazes de merecer a confiança da população, estando preparados e motivados para defender os interesses dessas mesmas populações, com a determinação, vontade e coragem que caracterizam o BE. Hoje já verificamos com naturalidade as candidaturas do BE em concelhos e freguesias tradicionalmente governadas pelos partidos da direita conservadora. Isso representa, por um lado a credibilidade do partido, mas também uma profunda vontade de mudança de muitas populações cansadas de uma alternância de interesses tão prejudicial a um desenvolvimento sustentável, equilibrado e plural que se espera de uma democracia minimamente evoluída.
O desafio é grande para @s bloquistas, mas é-o também para quem acredita que a sociedade pode deixar de ser dominada por interesses de alguns, para contar com a participação de todos quantos são capazes de a melhorar.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 04/03/2009.
3 de Março de 2009
Dos outros 52
"Como não, quando vemos os de baixo sem defesa e os de cima perdoados e protegidos? Claro que nos dirigimos aos descontentes. O descontentamento é prova de inteligência. Indigente é o contentamento ou a indiferença."
2 de Março de 2009
Eleitoralismo 1
A sua obra, denominada "Aldeia do Idoso", pode agora arrancar, contando com o importante apoio financeiro de 100 mil euros garantido pelo município.
Quantas freguesias do concelho receberam 100 mil euros de apoio no último ano?
Nas autárquicas vamos lembrar-nos disto....
Nas autárquicas vamos lembrar-nos disto....
1 de Março de 2009
Sabe bem ter 10 anos... 1
"Quem imaginaria há 10 anos que este movimento teria a força para se tornar no tema central do congresso do partido mais poderoso"
Francisco Louçã, nas comemorações dos 10 anos do BE.
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