28 de Fevereiro de 2009

27 de Fevereiro de 2009

Perguntar não ofende.

A Caixa Geral de Depósitos comprou a dívida de um cliente seu por um valor muito superior ao de mercado, se algum outro cliente deixar de pagar o crédito à habitação e a CGD lhe penhorar a casa, irá também valorizar a casa por um valor acima do valor de mercado como fez neste caso?

26 de Fevereiro de 2009

Pois.....

Presidente da CGD desagradado pelo negócio com Cimpor ter vindo a público

Seria tão mais fácil se ninguém soubesse de nada.....

Mais uma aplicação da nanotecnologia.


Tinta paramagnética permitirá mudar a cor do carro ao toque de um botão.

A tinta que muda de cor, ainda em estágio experimental, funciona da seguinte forma: o motorista apertará um botão no painel do seu carro, que enviará uma corrente eléctrica através da tinta, fabricada com um polímero especial contendo nanopartículas paramagnéticas.

21 de Fevereiro de 2009

Candidatos do BE ao Parlamento Europeu

O Bloco de Esquerda apresentou a lista de candidatos às Eleições para o Parlamento Europeu. Miguel Portas volta a ser cabeça de lista, em segundo surge Marisa Matias , investigadora do Centro de Estudos Sociais e ex-candidata à Câmara Municipal de Coimbra. Em terceiro, como independente, Rui Tavares , em quarto está a Alda de Sousa, em quinto Timóteo Macedo, da Associação Solidaridade Imigrante e em sexto o jornalista José Goulão, como independente.

De referir ainda que o mandatário de campanha é Fernando Nobre , presidente da AMI.


Uma aposta muito forte do Bloco para estas eleições.


Imagens: Arrastão

19 de Fevereiro de 2009

Escandaloso!

Enquanto a maioria dos portugueses está a passar pela pior crise económica de que há memória, o banco do Estado, CGD, esbanja dinheiro ao pagar 62 milhões de euros amais na compra de acções da Cimpor adquiridas na semana passada.
O BE quer saber os critérios e nós contribuintes também.

18 de Fevereiro de 2009

Maré Alta de 17/02/2009

Reagir às crises

Crise é a palavra que mais se ouve por todo o lado, desde há uns tempos a esta parte. Fala-se principalmente da crise económica e financeira por ser aquela que mais directamente afecta a vida de cada um de nós. Portugal está a braços com uma crise muito mais ggrave que a crise meramente económica, temos uma profunda crise de confiança nas instituições e consequentemente da democracia.

Um dos pilares do nosso sistema democrático é a Justiça, se os portugueses não tiverem plena confiança no funcionamento, eficácia e isenção do sistema democrático, tudo o resto fica vulnerável a todo o tipo de arbitrariedades e atropelos. Assistindo ao que se passa com a instabilidade causada com as pressões sobre magistrados e responsáveis pela investigação do caso Freeport, a casos como as recentes revelações de que ao fim de 8 anos não foi possível indiciar Mesquita Machado, apesar de haver evidentes manifestações de que os rendimentos declarados como autarca nunca poderiam ter permitido os luxos ostentados.

Sucedem-se por todo o país os casos em que políticos importantes e pessoas mais poderosas ou mediáticas acabam quase sempre por nunca serem formalmente acusadas, enquanto que com o cidadão comum isso raramente acontece. Como já aqui disse, parece que temos uma justiça para poderosos e outra para os outros.

A par da justiça, em relação a muitos outros sectores da nossa sociedade é manifesta a descrença e desconfiança por parte dos cidadãos. Desde as câmaras municipais onde os familiares, amigos e apoiantes políticos são colocados em lugares onde são pagos a peso de ouro enquanto outros porventura mais competentes são empurrados para um qualquer anexo. Temos também autarcas durante anos a fio em simples gestão corrente e desperdício de milhões de euros e que em ano de eleições se desdobram em apresentação de obras que irão ser pagas por futuras câmaras municipais, mas que servem agora para uma descarada e desonesta propaganda eleitoralista.

Perante este cenário, é urgente que toda a classe dominante no país, nomeadamente a política seja regenerada e que surja uma nova geração de homens e mulheres capazes de gerir os destinos do país, dos municípios e das freguesias sem a tentação do enriquecimento fácil e capazes de permanecer imunes às muitas formas de corrupção que minam e descredibilizam as nossas instituições. Esses homens e mulheres que se sentem capazes de edificar uma nova sociedade onde eleitores e eleitos se confundam nos objectivos e na postura, para que novamente possamos acreditar que as instituições existem para servir as populações e não para alguns se aproveitarem delas.

Infelizmente, muitas dessas pessoas com capacidade empreendedora e capazes de mobilizar as populações numa nova esperança, resignam-se e acabam por se acomodar perante o estado em que a sociedade está. É urgente que cada um(a) tenha a ousadia de avançar e empenhar-se na construção de uma nova sociedade mais justa, mais solidária, com mais rigor e sem corrupção.


Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 17/02/2009

15 de Fevereiro de 2009

14 de Fevereiro de 2009

Bodas de ouro


Hoje é um dia muito especial para Armindo Araújo e Rosa Silva (meus pais), festejam 50 anos de casamento. É uma satisfação enorme poder festejar com eles e com toda a família esta efeméride.
Muitos Parabéns !!!

12 de Fevereiro de 2009

Propaganda vs realidade

Sendo este o ano de todas a eleições, já seria de esperar que Armindo Costa e a sua equipa se empenhasse em tentar mostrar o serviço que não foi capaz de fazer no resto do mandato. Todas as semanas somos bombardeados com actos de consignação de centros cívicos, largos e subsídios a freguesias amigas. O próprio site do Município à muito que foi transformado em site oficial da campanha, uma vez que só mostra aquilo que lhes interessa e ignora muita da realidade que afecta negativamente o dia-a-dia de muitos famalicenses.
Poderíamos falar na rede viária, onde se encontram muitos exemplos de desleixo por parte dos responsáveis municipais. Dou agora apenas um exemplo: Na estrada municipal que liga Arnoso St.ª Maria à freguesia de Sezures existiam há alguns meses alguns buracos, com o mau tempo dos últimos tempos esses mesmos buracos aumentaram de tamanho e surgiram mais alguns de consideráveis dimensões.
Este exemplo ilustra bem a actuação desta Câmara, um aparato propagandistico para anunciar obras que justifiquem aparecer todas as semanas a ocupar páginas e ecrans da imprensa local e ignorar problemas que afectam muitas populações mas que eventualmente não rendam tantos votos, digo eu.
Nas autárquicas, os famalicenses irão lembrar-se disto.
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11 de Fevereiro de 2009

Agora também no seu telemóvel


Está agora também disponível uma nova forma de aceder facilmente a este blog: o telemóvel.


Adicione este link ao seu telemóvel: http://jlaraujo.mofuse.mobi/

Onde pára a polícia?

Se eu, ou qualquer automobilista, por alguma razão estacionar o carro em cima de algum passeio, o mais certo é (e bem) apanhar uma multa e ver o carro ser rebocado. Na praça 9 de Abril, bem no centro da cidade, há vários dias que várias carrinhas estão paradas o dia todo, ao serviço de interesses particulares.
A pergunta que se impõe é: porque é que as autoridades nada fazem? Haverá famalicenses de primeira e famalicenses de segunda?
Mais grave ainda é que já há algumas lajes danificadas pelos veículos pesados que lá costumam passar e estacionar.

10 de Fevereiro de 2009

Vou dar uma ajudinha a José Sócrates

Eu sou rico..............................................................................................
.......................................................................... só não tenho dinheiro!
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Imagens Loucas 74

Ver as restantes imagens desta sequência aqui.

Façamos de conta...

Leitura a não perder, de Mário Crespo no JN de ontem.
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Dos outros 48

Antes que Berlusconi conseguisse usar a tragédia de uma família para fins políticos (o senhor lembrava que esta rapariga, há 17 anos em estado vegetativo, até podia ter filhos - já sabemos que há quem veja cada mulher como uma simples incubadora), Eluana morreu. A sua família pode chorá-la em paz. A abjecta direita italiana pode voltar a usar o sofrimento de outros (os imigrantes, por exemplo) para ganhar uns votos.

Daniel Oliveira em: A agenda do abutre

9 de Fevereiro de 2009

Propaganda de ocasião

Começa a ser habitual assistirmos a que Sócrates venha anunciar algumas das suas propostas populistas precisamente nos dias em que outro qualquer partido está em Congresso/Convenção e como tal tem destaque na imprensa nacional.
Aconteceu recentemente aquando do congresso do CDS e aconteceu agora na Convenção do Bloco de Esquerda. Só o desespero perante a sua baixa popularidade pode justificar este tipo de acções do PS. Os portugueses estão atentos e saberão avaliar.

O dia seguinte

Terminou ontem a VI Convenção do Bloco de Esquerda. Por questões profissionais, não me foi possível participar na reunião magna do meu partido, mas pude acompanhar o decorrer dos trabalhos graças às novas tecnologias, através do esquerda.net, twitter, 31 da Armada e jornais on-line.
Apesar de pouco ter mudado no BE com esta convenção, mais uma vez foi importante o confronto de ideias e a pluralidade manifestada pelas diferentes moções apresentadas e defendidas. O BE é um partido onde todos são chamados a manifestar a sua posição sobre os destinos do partido sem qualquer tipo de pressões, medos ou constrangimentos.
Agora é tempo de juntar forças, de conciliar posições e trabalharmos todos juntos para conseguir os objectivos a que nos propusermos.

7 de Fevereiro de 2009

Para pensar 59

"Quem sobrevive não é o mais forte ou o mais inteligente e sim quem melhor se adapta às mudanças."

(Charle Darwim)

5 de Fevereiro de 2009

100 metros de existência

A ideia é simples e o resultado fantástico. Ao longo de 20 dias, Simon Hoegsberg fotografou as pessoas que passavam sempre a partir do mesmo ponto de observação, uma ponte ferroviária em Berlim. São 178 pessoas que surgem ao longo de uma imagem de 100 metros.
Via: Obvios

Veja aqui a fita completa com todas as fotografias.

Exemplo a seguir.

Fábrica comprada por 1 euro resiste à crise
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4 de Fevereiro de 2009

Maré Alta de 04/02/2009

Futuro do município comprometido

Quando a coligação PSD/CDSPP chegou ao poder em V. N. de Famalicão, depressa veio denunciar a difícil situação financeira da autarquia, herdada da anterior gestão socialista. Curiosamente, depois de ter apregoado aos 4 ventos que haviam equilibrado as contas, preparam-se agora para deixar a “saúde financeira” da Câmara Municipal hipotecada para as próximas décadas.
Durante 7 anos, Armindo Costa e a sua equipa desbarataram os muitos milhões de euros dos sucessivos orçamentos municipais em festas, propaganda, assessorias e afins, sem que fossem feitas significativas obras em benefício de todos os famalicenses. Nos últimos tempos, tendo gasto o dinheiro e não tendo obras para poder inaugurar e deixar lá a respectiva placa com o nome, a única opção foi recorrer a empréstimos bancários para fazer uma série de obras que têm vindo a ser anunciadas ultimamente. Ou seja, os recursos financeiros do município foram gastos em coisas perfeitamente dispensáveis e para as obras que os famalicenses precisam, hipotecou-se a capacidade de desenvolvimento por força do pagamento desses empréstimos durante 20 anos.
Assim é muito fácil governar: pedimos o dinheiro e quem vier a seguir que pague. Mas o mais grave de tudo, e que manifesta por um lado uma deficiente gestão do recursos e dos timings e por outro lado um verdadeiro oportunismo político, é o recente anúncio de parcerias com privados para a construção e manutenção de grandes obras que foram promessas de sucessivas campanhas, que foram incapazes de construir e que agora querem que os privados façam e que as próximas gerações de famalicenses fiquem a pagar. Deixando de lado que a chamada cidade desportiva não é um obra urgente e que os equipamentos anunciados acentuam ainda mais as desigualdades e discriminação das freguesias do concelho, a ideia de fazer ao mesmo tempo vários equipamentos por privados irá ficar muitíssimo mais caro aos cofres do município e consequentemente aos famalicenses.
O único objectivo dos privados é, naturalmente a obtenção de lucro. Para que um privado consiga obter esse lucro, terá que ter um contrato de concessão por um período de tempo muito longo. Ou seja, durante muitos anos, os famalicenses pagarão a construção das obras, a sua manutenção e ainda o lucro dessa entidade privada, quer seja através do erário do município, quer seja pela utilização dos equipamentos.
Recuando no tempo, se a gestão socialista anterior tivesse deixado a Câmara Municipal de boa “saúde financeira”, se a coligação tivesse privilegiado os investimentos em vês da propaganda e do supérfluo, não teria sido necessário recorrer a empréstimos a longo prazo para pagar obras que poderiam já estar a beneficiar os famalicenses há mais tempo e não ficaríamos endividados durante 20 ou 30 anos.
São as opções tomadas que geram estas consequências, também espero que as opções dos famalicenses nas próximas eleições autárquicas contribuam para novas oportunidades de governação do município.


(Por erro de envio por email, não foi possível a publicação deste texto na Jornal Opinião Pública desta semana)

Imagens Loucas 73

2 de Fevereiro de 2009

Freeport

Se José Sócrates se queixa da comunicação social portuguesa lhe estar a fazer uma "campanha de desinformação", a imprensa inglesa acaba por ser ainda mais demolidora que a nacional.

É a imagem de Portugal que está a ser posta em causa.
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Diz-se no 31

depois dos socialistas, nomeadamente o primeiro-ministro, terem feito do caso Freeport uma questão política, será que a procuradora se sente capaz de, de forma imparcial e isenta, continuar a coordenar o inquérito?

O Dr. Vital Moreira acaba de criar uma nova figura jurídica de grande utilidade para a morosa justiça portuguesa: o desmentido categórico da parte interessada. Investigações, escutas, vasculhar contas bancárias... para quê perder tempo?

Uma pérola.

O que estava Vital Moreira à espera? Que Manuel Pedro fizesse um comunicado do género: - Sim. Fiz pagamentos ilícitos. Pedia, por favor, à Polícia Judiciária que me detivesse. A minha morada é...
Quando um debate e respectiva aprovação no parlamento do orçamento suplementar passam despercebidos; quando a questão do desemprego é relegado para 2.º plano; quando o presidente da república, propositadamente ou por lapso induzido, fazem do Freeport uma questão de Estado, é evidente que um Governo liderado por este primeiro-ministro deixou de ter condições para governar.
via 31 da Armada

A Justiça de uns e a injustiça de outros

O chamado caso Freeport vem mais uma vez demonstrar que em Portugal a Justiça funciona de maneiras diferentes conforme os casos envolvam uma qualquer cidadão ou algum alto quadro político ou influente na sociedade. Quando é o Zé povinho a ser implicado, a justiça segue o seu ritmo normal, quando é com "altas figuras" os casos acabam sempre por emperrar num qualquer condicionalismo processual acabando por nunca serem formalmente acusados. Acaba por ser a comunicação social a fazer a investigação que deveria ser feito pelas instituições do Estado.
Isto faz com que a população deixe cada vez mais de acreditar nas instituições.

Muito obrigado!


Agradeço a tod@s quant@s, por aqui, por email, carta, sms, telemóvel e pessoalmente me felicitaram pelo meu duplo aniversário de ontem. Apesar de ter sido apenas mais um dia de trabalho, sem grandes festejos, é sempre bom sentir que alguém se lembra de nós.
Muito obrigado do fundo do coração.
"O mal dos seres humanos, é que preferem ser arruinados pelos elogios, a ser salvo pelas críticas."