
28 de Fevereiro de 2009
27 de Fevereiro de 2009
Perguntar não ofende.
26 de Fevereiro de 2009
Pois.....
Seria tão mais fácil se ninguém soubesse de nada.....
Mais uma aplicação da nanotecnologia.

A tinta que muda de cor, ainda em estágio experimental, funciona da seguinte forma: o motorista apertará um botão no painel do seu carro, que enviará uma corrente eléctrica através da tinta, fabricada com um polímero especial contendo nanopartículas paramagnéticas.
24 de Fevereiro de 2009
18 %
"O Partido Socialista tem na sua posse sondagens que apontam no sentido de que o Bloco de Esquerda já tem 18% das intenções de voto."e ainda que:
"Estou absolutamente convicto da veracidade da sondagem que dá ao BE 18% das intenções de voto, porque as fontes que tenho são fidedignas."Mas sondagens são apenas sondagens e não votam, por isso há ainda muito a fazer para que esta sondagem se concretize nas próximas eleições.
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23 de Fevereiro de 2009
21 de Fevereiro de 2009
Candidatos do BE ao Parlamento Europeu
volta a ser cabeça de lista, em segundo surge Marisa Matias
, investigadora do Centro de Estudos Sociais e ex-candidata à Câmara Municipal de Coimbra. Em terceiro, como independente, Rui Tavares
, em quarto está a Alda de Sousa, em quinto Timóteo Macedo, da Associação Solidaridade Imigrante e em sexto o jornalista José Goulão, como independente.De referir ainda que o mandatário de campanha é Fernando Nobre
, presidente da AMI.Uma aposta muito forte do Bloco para estas eleições.
Imagens: Arrastão
19 de Fevereiro de 2009
Escandaloso!
O BE quer saber os critérios e nós contribuintes também.
18 de Fevereiro de 2009
Maré Alta de 17/02/2009
Reagir às crises
Crise é a palavra que mais se ouve por todo o lado, desde há uns tempos a esta parte. Fala-se principalmente da crise económica e financeira por ser aquela que mais directamente afecta a vida de cada um de nós. Portugal está a braços com uma crise muito mais ggrave que a crise meramente económica, temos uma profunda crise de confiança nas instituições e consequentemente da democracia.
Um dos pilares do nosso sistema democrático é a Justiça, se os portugueses não tiverem plena confiança no funcionamento, eficácia e isenção do sistema democrático, tudo o resto fica vulnerável a todo o tipo de arbitrariedades e atropelos. Assistindo ao que se passa com a instabilidade causada com as pressões sobre magistrados e responsáveis pela investigação do caso Freeport, a casos como as recentes revelações de que ao fim de 8 anos não foi possível indiciar Mesquita Machado, apesar de haver evidentes manifestações de que os rendimentos declarados como autarca nunca poderiam ter permitido os luxos ostentados.
Sucedem-se por todo o país os casos em que políticos importantes e pessoas mais poderosas ou mediáticas acabam quase sempre por nunca serem formalmente acusadas, enquanto que com o cidadão comum isso raramente acontece. Como já aqui disse, parece que temos uma justiça para poderosos e outra para os outros.
A par da justiça, em relação a muitos outros sectores da nossa sociedade é manifesta a descrença e desconfiança por parte dos cidadãos. Desde as câmaras municipais onde os familiares, amigos e apoiantes políticos são colocados em lugares onde são pagos a peso de ouro enquanto outros porventura mais competentes são empurrados para um qualquer anexo. Temos também autarcas durante anos a fio em simples gestão corrente e desperdício de milhões de euros e que em ano de eleições se desdobram em apresentação de obras que irão ser pagas por futuras câmaras municipais, mas que servem agora para uma descarada e desonesta propaganda eleitoralista.
Perante este cenário, é urgente que toda a classe dominante no país, nomeadamente a política seja regenerada e que surja uma nova geração de homens e mulheres capazes de gerir os destinos do país, dos municípios e das freguesias sem a tentação do enriquecimento fácil e capazes de permanecer imunes às muitas formas de corrupção que minam e descredibilizam as nossas instituições. Esses homens e mulheres que se sentem capazes de edificar uma nova sociedade onde eleitores e eleitos se confundam nos objectivos e na postura, para que novamente possamos acreditar que as instituições existem para servir as populações e não para alguns se aproveitarem delas.
Infelizmente, muitas dessas pessoas com capacidade empreendedora e capazes de mobilizar as populações numa nova esperança, resignam-se e acabam por se acomodar perante o estado em que a sociedade está. É urgente que cada um(a) tenha a ousadia de avançar e empenhar-se na construção de uma nova sociedade mais justa, mais solidária, com mais rigor e sem corrupção.
Crónica publicada no Jornal Opinião Pública em 17/02/2009
17 de Fevereiro de 2009
15 de Fevereiro de 2009
14 de Fevereiro de 2009
Bodas de ouro
12 de Fevereiro de 2009
Propaganda vs realidade
Poderíamos falar na rede viária, onde se encontram muitos exemplos de desleixo por parte dos responsáveis municipais. Dou agora apenas um exemplo: Na estrada municipal que liga Arnoso St.ª Maria à freguesia de Sezures existiam há alguns meses alguns buracos, com o mau tempo dos últimos tempos esses mesmos buracos aumentaram de tamanho e surgiram mais alguns de consideráveis dimensões.
Este exemplo ilustra bem a actuação desta Câmara, um aparato propagandistico para anunciar obras que justifiquem aparecer todas as semanas a ocupar páginas e ecrans da imprensa local e ignorar problemas que afectam muitas populações mas que eventualmente não rendam tantos votos, digo eu.
Nas autárquicas, os famalicenses irão lembrar-se disto.
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11 de Fevereiro de 2009
Agora também no seu telemóvel
Onde pára a polícia?
Se eu, ou qualquer automobilista, por alguma razão estacionar o carro em cima de algum passeio, o mais certo é (e bem) apanhar uma multa e ver o carro ser rebocado. Na praça 9 de Abril, bem no centro da cidade, há vários dias que várias carrinhas estão paradas o dia todo, ao serviço de interesses particulares.A pergunta que se impõe é: porque é que as autoridades nada fazem? Haverá famalicenses de primeira e famalicenses de segunda?
Mais grave ainda é que já há algumas lajes danificadas pelos veículos pesados que lá costumam passar e estacionar.
10 de Fevereiro de 2009
Vou dar uma ajudinha a José Sócrates
.......................................................................... só não tenho dinheiro!
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Dos outros 48
Daniel Oliveira em: A agenda do abutreAntes que Berlusconi conseguisse usar a tragédia de uma família para fins políticos (o senhor lembrava que esta rapariga, há 17 anos em estado vegetativo, até podia ter filhos - já sabemos que há quem veja cada mulher como uma simples incubadora), Eluana morreu. A sua família pode chorá-la em paz. A abjecta direita italiana pode voltar a usar o sofrimento de outros (os imigrantes, por exemplo) para ganhar uns votos.
9 de Fevereiro de 2009
Propaganda de ocasião
Aconteceu recentemente aquando do congresso do CDS e aconteceu agora na Convenção do Bloco de Esquerda. Só o desespero perante a sua baixa popularidade pode justificar este tipo de acções do PS. Os portugueses estão atentos e saberão avaliar.
O dia seguinte
Apesar de pouco ter mudado no BE com esta convenção, mais uma vez foi importante o confronto de ideias e a pluralidade manifestada pelas diferentes moções apresentadas e defendidas. O BE é um partido onde todos são chamados a manifestar a sua posição sobre os destinos do partido sem qualquer tipo de pressões, medos ou constrangimentos.
Agora é tempo de juntar forças, de conciliar posições e trabalharmos todos juntos para conseguir os objectivos a que nos propusermos.
7 de Fevereiro de 2009
Para pensar 59
(Charle Darwim)
5 de Fevereiro de 2009
100 metros de existência
A ideia é simples e o resultado fantástico. Ao longo de 20 dias, Simon Hoegsberg fotografou as pessoas que passavam sempre a partir do mesmo ponto de observação, uma ponte ferroviária em Berlim. São 178 pessoas que surgem ao longo de uma imagem de 100 metros.Veja aqui a fita completa com todas as fotografias.
4 de Fevereiro de 2009
Maré Alta de 04/02/2009
Quando a coligação PSD/CDSPP chegou ao poder em V. N. de Famalicão, depressa veio denunciar a difícil situação financeira da autarquia, herdada da anterior gestão socialista. Curiosamente, depois de ter apregoado aos 4 ventos que haviam equilibrado as contas, preparam-se agora para deixar a “saúde financeira” da Câmara Municipal hipotecada para as próximas décadas.
Durante 7 anos, Armindo Costa e a sua equipa desbarataram os muitos milhões de euros dos sucessivos orçamentos municipais em festas, propaganda, assessorias e afins, sem que fossem feitas significativas obras em benefício de todos os famalicenses. Nos últimos tempos, tendo gasto o dinheiro e não tendo obras para poder inaugurar e deixar lá a respectiva placa com o nome, a única opção foi recorrer a empréstimos bancários para fazer uma série de obras que têm vindo a ser anunciadas ultimamente. Ou seja, os recursos financeiros do município foram gastos em coisas perfeitamente dispensáveis e para as obras que os famalicenses precisam, hipotecou-se a capacidade de desenvolvimento por força do pagamento desses empréstimos durante 20 anos.
Assim é muito fácil governar: pedimos o dinheiro e quem vier a seguir que pague. Mas o mais grave de tudo, e que manifesta por um lado uma deficiente gestão do recursos e dos timings e por outro lado um verdadeiro oportunismo político, é o recente anúncio de parcerias com privados para a construção e manutenção de grandes obras que foram promessas de sucessivas campanhas, que foram incapazes de construir e que agora querem que os privados façam e que as próximas gerações de famalicenses fiquem a pagar. Deixando de lado que a chamada cidade desportiva não é um obra urgente e que os equipamentos anunciados acentuam ainda mais as desigualdades e discriminação das freguesias do concelho, a ideia de fazer ao mesmo tempo vários equipamentos por privados irá ficar muitíssimo mais caro aos cofres do município e consequentemente aos famalicenses.
O único objectivo dos privados é, naturalmente a obtenção de lucro. Para que um privado consiga obter esse lucro, terá que ter um contrato de concessão por um período de tempo muito longo. Ou seja, durante muitos anos, os famalicenses pagarão a construção das obras, a sua manutenção e ainda o lucro dessa entidade privada, quer seja através do erário do município, quer seja pela utilização dos equipamentos.
Recuando no tempo, se a gestão socialista anterior tivesse deixado a Câmara Municipal de boa “saúde financeira”, se a coligação tivesse privilegiado os investimentos em vês da propaganda e do supérfluo, não teria sido necessário recorrer a empréstimos a longo prazo para pagar obras que poderiam já estar a beneficiar os famalicenses há mais tempo e não ficaríamos endividados durante 20 ou 30 anos.
São as opções tomadas que geram estas consequências, também espero que as opções dos famalicenses nas próximas eleições autárquicas contribuam para novas oportunidades de governação do município.
(Por erro de envio por email, não foi possível a publicação deste texto na Jornal Opinião Pública desta semana)
2 de Fevereiro de 2009
Freeport
É a imagem de Portugal que está a ser posta em causa.
Diz-se no 31
depois dos socialistas, nomeadamente o primeiro-ministro, terem feito do caso Freeport uma questão política, será que a procuradora se sente capaz de, de forma imparcial e isenta, continuar a coordenar o inquérito?
O Dr. Vital Moreira acaba de criar uma nova figura jurídica de grande utilidade para a morosa justiça portuguesa: o desmentido categórico da parte interessada. Investigações, escutas, vasculhar contas bancárias... para quê perder tempo?
Uma pérola.
O que estava Vital Moreira à espera? Que Manuel Pedro fizesse um comunicado do género: - Sim. Fiz pagamentos ilícitos. Pedia, por favor, à Polícia Judiciária que me detivesse. A minha morada é...
Quando um debate e respectiva aprovação no parlamento do orçamento suplementar passam despercebidos; quando a questão do desemprego é relegado para 2.º plano; quando o presidente da república, propositadamente ou por lapso induzido, fazem do Freeport uma questão de Estado, é evidente que um Governo liderado por este primeiro-ministro deixou de ter condições para governar.
A Justiça de uns e a injustiça de outros
Isto faz com que a população deixe cada vez mais de acreditar nas instituições.





